VEM AÍ O TROFÉU CATAVENTO 2011
DOMINGO DIA 06 ÀS 2 DA TARDE - culturabrasil.com.br
Eugenia Melo e Castro
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
Em algum lugar do futuro
O Prefeito paulistano lançou partido que declara não ser "nem de direita, nem de esquerda nem de centro". Poderá afirmar que sua filosofía é estar sempre muito antes pelo contrário do que depois. Como a gente nunkassab o quer dizer com sua declarada ou oculta intenção, o melhor é ficar esperto antes de apoiar o tal PSD.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
USA
O chinês vem com pauzinhos. Obama usa o pausão. O chinês quer chutar o pau do Barak que procura colocar o China in box. Um compra de cá, outro vende de lá. De cá ou de lá quem compra ou quem vende precisa de quem vende e compra. Confúcio perguntado respondeu: “Porra, vão se foder... meu negócio é confundir. Eu quero é a Lady Gaga.”
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
19.01.2011 - Vinte nove anos sem Elis
Por Elis
A estranha coreografia dos braços
cortava o espaço
no tempo forte da bateria.
A voz, esganiçada ou cristalina,
obedecia a emoção de um comando divino.
O vibrato, sob controle,
parecia afirmar no seu virtuosismo:
- “Eu sei cantar!”
Ela sabia cantar e cantava.
Sabia viver e vivia.
O João Marcelo,
o Pedro, a Maria Rita.
A feira, a banca de frutas,
o peixe, as laranjas, a harmonia.
Na defensiva agredia,
escondendo sua fragilidade
e na seqüência, atrás da porta,
carinhosa capitulação,
a gargalhada debochada
sinalizava total submissão.
Era Elis,
A que se descobriu estrela.
A estranha coreografia dos braços
cortava o espaço
no tempo forte da bateria.
A voz, esganiçada ou cristalina,
obedecia a emoção de um comando divino.
O vibrato, sob controle,
parecia afirmar no seu virtuosismo:
- “Eu sei cantar!”
Ela sabia cantar e cantava.
Sabia viver e vivia.
O João Marcelo,
o Pedro, a Maria Rita.
A feira, a banca de frutas,
o peixe, as laranjas, a harmonia.
Na defensiva agredia,
escondendo sua fragilidade
e na seqüência, atrás da porta,
carinhosa capitulação,
a gargalhada debochada
sinalizava total submissão.
Era Elis,
A que se descobriu estrela.
domingo, 9 de janeiro de 2011
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Imagine
Imagine John
se não fosse aquele cara...
Qual será que seria
seu recado...
E quem seu recado ouviria?
Setenta anos.
Velho, é certo.
Mas um velhinho prodígio,
como Paul, seu colega de banda,
que continua por aí: Let it be...
Imagine John
se não fosse aquele cara...
Hoje você na web...
Que ainda não existia...
Quantos seguidores teria?
E o que diria?
Creio eu,
os mesmos versos
jamais esquecidos:
“Imagine all the people
living life in peace”
Imagine John
Se não fosse aquele cara...
Pode ser um sonho sonhado
por milhões, como você sonhava.
Apesar do sonho acabado.
Solano Ribeiro / 8/12/2010
se não fosse aquele cara...
Qual será que seria
seu recado...
E quem seu recado ouviria?
Setenta anos.
Velho, é certo.
Mas um velhinho prodígio,
como Paul, seu colega de banda,
que continua por aí: Let it be...
Imagine John
se não fosse aquele cara...
Hoje você na web...
Que ainda não existia...
Quantos seguidores teria?
E o que diria?
Creio eu,
os mesmos versos
jamais esquecidos:
“Imagine all the people
living life in peace”
Imagine John
Se não fosse aquele cara...
Pode ser um sonho sonhado
por milhões, como você sonhava.
Apesar do sonho acabado.
Solano Ribeiro / 8/12/2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Rio
Ah...ver o Rio de Janeiro,
de março a fevereiro.
Ver do Rio de Janeiro
o Pão de Açúcar de cada dia,
a barca de cada hora,
a Guanabara...a ponte...
Aérea ponte dos negócios
onde partem e repartem
o Galeão e Santos Dumont.
Ah...ver o Rio de Janeiro,
que o mundo inteiro sonha ver,
lindo, sambando, rindo,
cantando a garota que passa...
Copacabana,
onde os pretos são gatos
as gatas mulatas,
e a crioula na calçada
rebola suada, insaciada.
E o barquinho vai...
pela lagoa do Cristo,
enquanto a puta copula,
misturando línguas
trocando vírus à beira mar.
Ah...ver o Rio de Janeiro
da barra, do morro, do aterro,
da vela do atropelado,
do samba, da moça pelada
no alto da alegoria,
Alegria!...Alegria!
de março a fevereiro.
Ver do Rio de Janeiro
o Pão de Açúcar de cada dia,
a barca de cada hora,
a Guanabara...a ponte...
Aérea ponte dos negócios
onde partem e repartem
o Galeão e Santos Dumont.
Ah...ver o Rio de Janeiro,
que o mundo inteiro sonha ver,
lindo, sambando, rindo,
cantando a garota que passa...
Copacabana,
onde os pretos são gatos
as gatas mulatas,
e a crioula na calçada
rebola suada, insaciada.
E o barquinho vai...
pela lagoa do Cristo,
enquanto a puta copula,
misturando línguas
trocando vírus à beira mar.
Ah...ver o Rio de Janeiro
da barra, do morro, do aterro,
da vela do atropelado,
do samba, da moça pelada
no alto da alegoria,
Alegria!...Alegria!
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