Se coerente com projetos por ele apresentados, como a proibição do uso de palavras estrangeiras no país e a instituição do dia do Saci em contraposição
ao Halloween, o novo Ministro dos esportes deve exigir que as torcidas gritem
Gol e não Goal. Deve também reivindicar a introdução da prova dos 100 mets.
rasos numa perna só. Pobre país!!!
Eugenia Melo e Castro
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Música Popular do Brasil - MP do B
VEM AÍ O TROFÉU CATAVENTO 2011
DOMINGO DIA 06 ÀS 2 DA TARDE - culturabrasil.com.br
DOMINGO DIA 06 ÀS 2 DA TARDE - culturabrasil.com.br
terça-feira, 5 de abril de 2011
Em algum lugar do futuro
O Prefeito paulistano lançou partido que declara não ser "nem de direita, nem de esquerda nem de centro". Poderá afirmar que sua filosofía é estar sempre muito antes pelo contrário do que depois. Como a gente nunkassab o quer dizer com sua declarada ou oculta intenção, o melhor é ficar esperto antes de apoiar o tal PSD.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
USA
O chinês vem com pauzinhos. Obama usa o pausão. O chinês quer chutar o pau do Barak que procura colocar o China in box. Um compra de cá, outro vende de lá. De cá ou de lá quem compra ou quem vende precisa de quem vende e compra. Confúcio perguntado respondeu: “Porra, vão se foder... meu negócio é confundir. Eu quero é a Lady Gaga.”
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
19.01.2011 - Vinte nove anos sem Elis
Por Elis
A estranha coreografia dos braços
cortava o espaço
no tempo forte da bateria.
A voz, esganiçada ou cristalina,
obedecia a emoção de um comando divino.
O vibrato, sob controle,
parecia afirmar no seu virtuosismo:
- “Eu sei cantar!”
Ela sabia cantar e cantava.
Sabia viver e vivia.
O João Marcelo,
o Pedro, a Maria Rita.
A feira, a banca de frutas,
o peixe, as laranjas, a harmonia.
Na defensiva agredia,
escondendo sua fragilidade
e na seqüência, atrás da porta,
carinhosa capitulação,
a gargalhada debochada
sinalizava total submissão.
Era Elis,
A que se descobriu estrela.
A estranha coreografia dos braços
cortava o espaço
no tempo forte da bateria.
A voz, esganiçada ou cristalina,
obedecia a emoção de um comando divino.
O vibrato, sob controle,
parecia afirmar no seu virtuosismo:
- “Eu sei cantar!”
Ela sabia cantar e cantava.
Sabia viver e vivia.
O João Marcelo,
o Pedro, a Maria Rita.
A feira, a banca de frutas,
o peixe, as laranjas, a harmonia.
Na defensiva agredia,
escondendo sua fragilidade
e na seqüência, atrás da porta,
carinhosa capitulação,
a gargalhada debochada
sinalizava total submissão.
Era Elis,
A que se descobriu estrela.
domingo, 9 de janeiro de 2011
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Imagine
Imagine John
se não fosse aquele cara...
Qual será que seria
seu recado...
E quem seu recado ouviria?
Setenta anos.
Velho, é certo.
Mas um velhinho prodígio,
como Paul, seu colega de banda,
que continua por aí: Let it be...
Imagine John
se não fosse aquele cara...
Hoje você na web...
Que ainda não existia...
Quantos seguidores teria?
E o que diria?
Creio eu,
os mesmos versos
jamais esquecidos:
“Imagine all the people
living life in peace”
Imagine John
Se não fosse aquele cara...
Pode ser um sonho sonhado
por milhões, como você sonhava.
Apesar do sonho acabado.
Solano Ribeiro / 8/12/2010
se não fosse aquele cara...
Qual será que seria
seu recado...
E quem seu recado ouviria?
Setenta anos.
Velho, é certo.
Mas um velhinho prodígio,
como Paul, seu colega de banda,
que continua por aí: Let it be...
Imagine John
se não fosse aquele cara...
Hoje você na web...
Que ainda não existia...
Quantos seguidores teria?
E o que diria?
Creio eu,
os mesmos versos
jamais esquecidos:
“Imagine all the people
living life in peace”
Imagine John
Se não fosse aquele cara...
Pode ser um sonho sonhado
por milhões, como você sonhava.
Apesar do sonho acabado.
Solano Ribeiro / 8/12/2010
Assinar:
Postagens (Atom)