Eugenia Melo e Castro

terça-feira, 18 de maio de 2010

Alô, alô all american boys...

A pretexto de combater armas de destruição em massa mas, de olho na grana da reconstrução em massa, além do sujo petróleo que continua a sujar o planeta, seus pais destruíram em massa, mataram em massa, não sem antes tentar convencer que agiam contra o mal em defesa do bem. ”Han... desculpem... tais armas não existiam. Mas podiam ter existido...”disseram. E suas armas armazenadas foram usadas, suas fábricas movimentadas e mais armas produzidas. Mais grana embolsada.

Seus papais, ao mesmo tempo em que declaram possuir cerca de 5 mil ogivas nucleares querem convencer a hoje tão celebrada opinião pública, a que vota, que o planeta corre perigo se outra bomba for construída. Eles não lembram que seus avós foram os únicos a usá-las contra cidades japonesas. Sem falar das ogivas que permitiram Israel fabricar. A mesma avalanche de propaganda que antecedeu a invasão do Iraque é acionada para preparar a tal opinião de ações que, mais uma vez, vão colocar as fábricas de armas em ação, afinal, a grana tem que circular. E se vocês pensam que vai prevalecer algum tipo de bom censo, que fazer guerras é coisa do passado, que armas não serão usadas contra outros que não os afegãos, onde já estão, por star... star and stripes forever, não se iludam, não teerão dúvidas. Por um punhado de dólares ao Irã, eles irão!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Prédios na Granja Viana???

Se o Alphaville da Granja já cometeu crime hediondo contra o meio ambiente com o absurdo desmatamento, que só aconteceu depois dos terrenos vendidos, num verdadeiro engodo para quem veio comprar a convivênvcia como o verde e leva de quebra o cogestinamento da Av. São Camilo, imagine o estrago que causarão os imensos conjuntos, que sem dúvida não serão menores do que o da Vila Sônia, ao lado do Shopping Raposo que, quando habitado, vai tornar ainda mais trágica a utilização da Raposo Tavares. Fora com os especuladores que já destruíram São Paulo. Que reste para eles o reino dos infernos. E cadeia para políticos corruptos. Propinautas contumases.

Prédios na Granja?? NAO!!!

Solano Ribeiro

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Solano Ribeiro e a Nova Música do Brasil

RÁDIO CULTURA BRASIL
AM - 1.200 Kz

O ESPAÇO DA PRODUÇÃO INDEPENDENTE

Domingo às 14 hs


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Passado, Presente e Futuro

"É freqüente alguém dizer que meu passado foi brilhante, que abri espaço para que fossem escritas as páginas mais importantes da história da MPB. Mas existem aqueles que ainda aplaudem o passado como presente. Essas pessoas não sabem que quando presente, meu passado era o futuro e foram poucos naquele então presente que acreditaram nos caminhos que eu indicava.

Hoje, quando aponto e propondo mais uma vez o futuro, como no passado, olham com desconfiança e não acreditam quando afirmo que o futuro já está presente. Bem aqui, na nossa frente. A fila tem que andar. Chega de saudade!".


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RÁDIO CULTURA BRASIL - AM - 1.200 Khz
on line
http://www.radioculturabrasil.com.br

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Domingo 29/11/2009 - 14 hs.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O muro da Granja Viana

Ainda com os ecos da comemoração pela derrubada de um muro, o de Berlin, a Granja Viana se prepara para conviver segregada por outro que vai ocupar alguns quilômetros ao redor da nefasta Alphaville cujos terrenos foram vendidos em poucas horas tendo como ponto de venda o convívio com uma natureza que, na seqüência, destruiu. Chame o ladrão!

sábado, 31 de outubro de 2009

Afeganestar

Ser ou não ser...
eis a questão.
Como explicar ao Afegão
à que estão?

Como explicar a questão:
ser ou estar...
Afeganestar...
Porque então estar?

Por Star...
Stars and stripes forever!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Eles tentam...

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite,
já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.